E se fosse possível usarmos a tecnologia e os saberes ancestrais para pensar soluções locais e construir no presente alternativas para um futuro mais sustentável, diverso e afetuoso? Juntar numa mesma confluência o protagonismo das juventudes engajadas em reparação racial, equidade de gênero e justiça social e climática? E se pudéssemos contar essas e outras…